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Arquivo 2007/08

terça-feira, 30 de junho de 2009

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Encontrado novo planeta

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Um Farol Nos Confins do Universo

Observatório Astronómico de Lisboa


Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa


UM "FAROL" NOS CONFINS DO UNIVERSO


Com o auxílio do observatório espacial de raios-gama, Integral, uma equipa de astrónomos descobriu nos confins do Universo, um objecto intrigante descrito como um "farol" de raios-gama.


Conhecido pelo seu nome de catálogo IGR J22517+2218, o objecto foi descoberto este ano, embora a sua natureza tenha permanecido um mistério até agora. Isto não é uma situação fora do comum. De facto, cerca de 30% das fontes descobertas pelo Integral permanecem ainda por identificar. Embora os astrónomos possuam a certeza da existência de fontes celestes que "inundam" o espaço com raios-gama, a identificação destas fontes tem sempre de esperar por observações mais detalhadas em outros comprimentos de onda.


No caso do IGR J22517+2218, os cientistas ficaram surpresos quando o telescópio espacial Swift detectou este mesmo objecto em raios-X, revelando a sua posição com uma precisão muito maior do que aquela que pode ser alcançada nos raios-gama. Este objecto foi então identificado como sendo a já conhecida galáxia activa MG3 J225155+2217. Esta galáxia é o objecto celeste mais longínquo alguma vez detectado pelo Integral.


Para ver uma ilustração artística do observatório espacial de raios-gama Integral, consulte: http://www.oal.ul.pt/astronovas/galaxias/farol1.jpg


Todas as galáxias activas possuem um buraco negro supermassivo com uma massa entre um milhão e vários milhares de milhões de massas solares. Estes monstros celestes possuem um campo gravitacional tão intenso que qualquer matéria nas redondezas é "engolida". Neste processo são libertadas enormes quantidades de
energia.


As observações do Integral mostram que o IGR J22517+2218 liberta quantidades colossais de raios-gama à medida que vai "engolindo" matéria, a um ritmo de uma massa equivalente a todo o Sistema Solar em apenas alguns dias. As observações também indicam que este objecto pertence a um tipo especial de galáxias activas
conhecido como blazar. Os blazares são o tipo de galáxias activas mais energético.


Para ver uma ilustração artística de um blazar, consulte: http://www.oal.ul.pt/astronovas/galaxias/farol2.jpg


Os blazares são fontes de energia altamente variáveis e muito compactas, associadas a um buraco negro supermassivo. Uma das características dos blazares são os seus jactos relativistas (a azul na figura). Os blazares estão entre os fenómenos mais violentos no Universo.


Os dados obtidos pelo Integral revelaram alguns factos curiosos. Embora tenha sido possível classificar o IGR J22517+2218 como sendo um blazar, este objecto possui certas características consideradas peculiares. Em geral, os blazares possuem dois grandes picos de emissão. Em objectos aparentemente semelhantes ao IGR J22517+2218, um dos picos ocorre no comprimento de onda dos infravermelhos e é produzido pela radiação libertada quando os electrões se movem em espiral em torno das linhas do campo magnético. O outro pico ocorre no comprimento de onda dos raios-gama de alta energia e é produzido pelos mesmos electrões, quando estes colidem com fotões.


No caso do IGR J22517+2218, o objecto aparenta possuir apenas um pico. Este pico ocorre na banda dos comprimentos de onda dos raios-gama de baixa energia, ou seja, fora dos intervalos convencionais. Isto indica que, ou o pico no infravermelho foi deslocado para comprimentos de onda mais energéticos, ou o pico de raios-gama de alta energia foi deslocado para comprimentos de onda menos energéticos.


Em qualquer destes casos, quando a equipa de astrónomos responsável pela descoberta for capaz de compreender o significado deste fenómeno, terá em mãos algo que fornecerá uma maior comprensão acerca das galáxias activas e, em particular, dos blazares.


A equipa espera continuar a observação deste objecto em todos os comprimentos de onda, na tentativa de formar uma "imagem" completa da radiação emitida por este corpo celeste. Desta forma, será possível obter uma maior compreensão da forma como o buraco negro supermassivo, localizado no coração do IGR J22517+2218, "devora" o seu meio circundante.
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Lista de distribuição de notícias de Astronomia em Português
Observatório Astronómico de Lisboa
Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa
Tapada da Ajuda, 1349-018 Lisboa
Portugal
Telefone: 351+21 361 67 39
Fax: 351+21 361 67 52

Enxame de Meteoros nas Leónidas

ENXAME DE METEOROS DAS LEÓNIDAS


Observatório Astronómico de Lisboa - Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa


Neste momento a Terra cruza a órbita do Cometa Tempel-Tuttle e são os restos deste cometa os responsáveis pelo enxame de estrelas que decorre anualmente entre 14 e 20 deste mês, o enxame das Leónidas.



As noites de 17, 18 e 19, são as datas de máxima intensidade desta chuva. O número de estrelas cadentes observado por hora não é muito elevado, mas há boas esperanças que, pelo facto de o cometa ter passado pelo Sol há pouco tempo, haja este ano um aumento significativo de meteoros.



Os apaixonados por este tipo de fenómenos, e os curiosos em geral, poderão nas próximas noites perder algumas horas de sono para apreciar este belo espectáculo.



Os cálculos mostram que em Portugal a observação do pico das Leónidas, será na madrugada do próximo dia 18 de Novembro de 2007, domingo, pelas 2h46m muito antes da alvorada. Só nos resta esperar boas condições meteorológicas. O nome deste enxame resulta de os traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação do Leão (o radiante). Como esta constelação só começa a nascer lá para a meia-noite, as observações deverão iniciar-se na 2ª metade da noite.



Conselhos: ir para um local escuro, fora das luzes dos centros populacionais, com um horizonte desimpedido; esperar que os olhos se habituem à obscuridade (cerca de 15 minutos); ir agasalhado e, para maior comodidade, levar uma cadeira (do tipo de cadeira de bordo ou de praia) para poder olhar bem para o alto.
Se o céu se apresentar límpido terá uma maravilhosa visão do céu... Ver-se-á Saturno (mesmo na constelação do Leão) e as maravilhosas estrelas e constelações de Inverno já aparecerão em todo o seu esplendor: Aldebarã e as Pleiades do Touro, a linda Capela muito alta, a brilhante Sirius, Procyon, os Gémeos Castor e Polux, e baixa, a estrela Arcturus.



Não oferecendo perigo para a Terra, estes meteoros poderão eventualmente danificar os inúmeros satélites, científicos e de comunicações, que orbitam a Terra.



Para obter mais informação sobre os "Enxames de Meteoróides" consulte no nosso site a página Almanaques/Outros elementos.


Para ver uma imagem que representa o céu às 03h na madrugada do dia 18 de Novembro, consulte: http://www.oal.ul.pt/index.php?link=destaque&id=88

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Actualizado em ( 17-Nov-2007 )

Manchas Solares Gigantescas

Manchas solares gigantescas. A maior mancha solar dos últimos nove anos foi observada no final de Setembro, cobrindo uma superfície no Sol cerca de 12 vezes superior à que seria coberta pela Terra. A mancha pode ser observada na imagem abaixo (cortesia da experiência MDI na sonda espacial SOHO, uma missão conjunta da ESA e da NASA).

Fig.1














































As manchas solares apresentam uma estrutura muito complexa, que pode ser apreciada na imagem abaixo, obtida por Richard Muller do observatório do Pic du Midi em França, e que corresponde a uma parte da mancha solar mostrada acima.


Fig.2
























Nesta imagem de alta resolução, pode ver-se claramente que a mancha é formada por regiões escuras (ditas umbras), rodeadas de regiões ligeiramente menos escuras (penumbras) constituídas por estruturas que apresentam um aspecto algo filamentar. A região mais clara que parece formada por pequenos grânulos é a superfície do Sol (a fotosfera). As manchas solares corespondem a zonas frias da superfície do Sol. As temperaturas das manchas solares excedem os 3500 graus Celsius, e frias significa apenas que as manchas são menos quentes que o resto da superfície solar, que tem uma temperatura de 5500 graus Celsius.
Embora pareça gigantesca, esta não é a maior mancha solar já observada mas apenas a maior do actual ciclo de actividade solar de 11 anos. Mostra-se em baixo um gráfico com as maiores manchas solares vistas em cada ano durante o período de 1900 a 1999.






Fig.3 A grande mancha de Setembro de 2000 é cerca de três vezes menor em área que a maior mancha vista durante o século XX, a grande mancha de Abril de 1947.
Os astrónomos sabem que as manchas solares correspondem a zonas de campos magnéticos muito intensos na superfície do Sol. A libertação súbita da energia magnética no Sol durante fenómenos chamados fulgurações produz grandes quantidades de partículas carregadas electricamente que são lançadas no espaço a velocidades próximas da velocidade da luz. Pode também ocasionar ejecções de matéria coronal, em que grandes nuvens de gás electrificado são expelidas pelo Sol a velocidades que podem atingir os 6 milhões de quilómetros por hora.
Felizmente, não há razões para alarme no que se refere a efeitos nocivos para a saúde humana. Existe uma região em torno da Terra (a chamada magnetosfera) que nos protege desses fenómenos. Os sistemas tecnológicos tais como satélites em órbita e equipamentos electrónicos nos países próximos das regiões polares podem, no entanto, ser seriamente danificados. A onda de choque ligada à ejecção de matéria coronal provoca a compressão da magnetosfera e, em casos extremos, pode induzir correntes eléctricas na Terra que interferem com equipamentos electrónicos. Por exemplo, a maior mancha do ciclo de actividade solar precedente, em Março de 1989, esteve associada a uma perturbação magnética que causou avarias nos sistemas de alta tensão do Canadá.
Dr. Dalmiro Maia Faculdade de Ciências da Univ. Lisboa



Marte em Oposição

No dia 24 de Dezembro o céu oferece-nos um presente de Natal!


Marte estará em oposição em relação à Terra!


No próximo dia 24 de Dezembro o planeta Marte estará em oposição em relação à Terra, isto é do lado oposto do Sol.


De 26 a 26 meses a Terra ultrapassa Marte no movimento de translação destes planetas em torno do Sol. Isto acontece porque a Terra é mais rápida que Marte neste movimento.
Nestas alturas a Terra está mais próxima de Marte.






Ilustração da Terra e Marte em oposição. Crédito NASA.


Como Marte está de frente para o Sol e mais próximo de nós, o seu brilho aparente é maior e pode ser facilmente observável a olho nu. Durante o mês de Dezembro será o astro mais brilhante que podemos toda a noite, excepto a Lua, claro. É um ponto de luz avermelhada que aparece ao anoitecer do lado oposto do Sol, vai subindo no céu e desaparece também do lado oposto ao Sol.






Ilustração da Terra e Marte em Oposição



Como no dia 24 de Dezembro Marte está diametralmente oposto ao Sol, podemos vê-lo nascer a Este, ao pôr do Sol, atingir o ponto mais alto do céu precisamente à meia-noite e pôr-se a Oeste, ao nascer do Sol.
Não te esqueças de olhar para o céu à meia noite do dia 24 de Dezembro...pode ser que este ano os presentes venham de Marte!


Actualizado em ( 05-Dez-2007 )

Raios Cósmicos

Físicos portugueses participaram na descoberta da origem dos raios cósmicos de alta energia

A luz e as partículas que nos chegam do Universo transportam consigo mensagens que nos permitem desvendar os segredos do Universo profundo!

O que são raios cósmicos?

Os raios cósmicos são núcleos (principalmente de hidrogénio e hélio) altamente energéticos que atravessam o Universo e que, quando passam pela nossa atmosfera, chocam com as partículas nela existentes, nomeadamente com núcleos de azoto (constituinte maioritário da atmosfera), produzindo-se desses choques uma chuva de outras pequenas partículas (cascata de partículas) que atingem finalmente a Terra.

O nosso planeta está constantemente a ser atravessado por essas chuvadas de partículas.Observatório Pierre Auger, Argentina:




Como são detectados?

Os físicos de partículas construíram “armadilhas” gigantescas para os caçar! O maior observatório de raios cósmicos do mundo – Observatório Pierre Auger - está na Argentina, numa imensa planície e tem uma área equivalente a 35 cidades, da dimensão de Lisboa. Neste observatório estão 1600 tanques de água, distanciados de 1,5 km uns dos outros. Cada tanque tem 12 toneladas de água. Da interacção da chuva de partículas, produzida pelos raios cósmicos, com a água produz-se luz que depois é convertida em corrente eléctrica por uma série de detectores. Os raios cósmicos também podem ser caçados por telescópios de radiação de fluorescência ou em estações espaciais.

Qual a origem dos raios cósmicos?

Os raios cósmicos são produzidos em ambientes extremamente energéticos, como explosões de supernovas.Os raios cósmicos de menor energia, que nos chegam de todas as direcções e em maior quantidade são produzidos no Sol e nas outras estrelas da nossa galáxia. A origem dos raios cósmicos mais energéticos (são 100 milhões de vezes mais energéticos do que as partículas que se produzem nos aceleradores de partículas mais potentes da Terra) foi desvendada este ano e resultou do trabalho conjunto de 370 físicos, de entre os quais 11 são portugueses.
Seguindo o rasto destas partículas, estes cientistas descobriram que os raios cósmicos de alta energia são produzidos em buracos negros supermaciços no centro das galáxias.


Cascata de partículas, captada por um telescópio de radiação fluorescente:



Se quiseres saber mais sobre raios cósmicos consulta: http://www.lip.ptexperiments/trc/

Horário 2015-2016








Resultados das Oímpíadas

NOTA: As quatro primeiras equipas de cada ano estão apuradas para a segunda fase.

Escalão C – 7º ano

Nome da Equipa

Classificação

Nível 5
1º (23/25)

Pastéis NCA
2º (21/25)

Os campeões
3º (21/25)

DNM
4º (21/25)

RTR
5º (21/25)

Bad Boys
6º (20/25)

Dolls
7º (19/25)

Bate n’avó
8º (18/25)

SAJ
9º (11/25)





Escalão B – 8º ano

Nome da Equipa

Classificação

E = m c2
1º (23/30)

Hitler’s
2º (22/30)

Ratos da Ciência
3º (20/30)

Nós
4º (20/30)

Os malucos por ciência
5º (19/30)

As cientistas malucas
6º (17/30)




Escalão A – 9º ano

Nome da Equipa
Classificação

Óhmicos
1º (36/37)

As Aventureiras
2º (29/37)
A.N. Amantes de Naruto
3º (28/37)

PDS
4º (18/37)

I Science Quiz




REGULAMENTO DO I SCIENCE QUIZ DA E.S.B.F.


1. Disposições gerais


Objectivos: Despertar o interesse pela Ciência e promover a realização de actividades interdisciplinares que demonstrem a relação entre as diferentes áreas da Ciência.


Podem participar no Science Quiz todos os alunos do Ensino Secundário (10º e 11º anos) em especial os alunos que pertençam ao Agrupamento Ciências e Tecnologias.


O jogo consta de 3 Etapas:


A 1º Etapa – O Envelope.
A 2º Etapa – Jogo simultâneo.
A 3º Etapa – E agora quem escolhe sou eu.


As questões colocadas no jogo vão incidir sobre assuntos leccionados ao longo do ano lectivo até à data da realização do concurso nas diferentes áreas de ensino: Física e Química – A, Biologia e Geologia e Matemática.


Os alunos podem concorrer em equipas de três (do mesmo ano lectivo) em que um dos elementos deve ser nomeado como representante da equipa. O representante terá a função de porta-voz e apenas as respostas dadas por ele serão válidas. Cada equipa deverá ter um nome.


2. Organização do concurso


Na 1º Etapa as equipas poderão escolher 1 envelope que possuirá uma questão, de qualquer área da ciência, que deverá ser respondida apenas pelo representante após uma aprovação prévia (pequena reunião) do grupo para que a resposta seja validada. No final de cada resposta dada pela equipa, acerte ou não, passa-se a equipa seguinte. Repete-se o processo várias vezes.


A 2º Etapa contém questões de todas as áreas que serão apresentadas de forma aleatória e colocadas para todas as equipas simultaneamente. Postas as questões os porta-voz de cada equipa, munidos de 4 cartões (A, B, C e D), terão de levantar, dentro de um intervalo de tempo estipulado, um cartão com uma letra para a apresentação de resposta da equipa. Na ausência desse cartão a resposta será cotada como errada.


A 3º Etapa será iniciada pela equipa mais pontuada ao longo do jogo. Nesta Etapa o jogo encontra-se organizado pelas áreas, com 12 questões de cada área da Ciência, onde a equipa terá liberdade em escolher a área da ciência que melhor se identifica. Com tudo terá de passar, no final da etapa, por todas as áreas pelo menos uma vez, caso contrário será penalizada em um ponto no final do concurso. No final de cada resposta, correcta ou não, passa-se a equipa seguinte. Este processo repete-se várias vezes.


2.1. Pontuação


As respostas não apresentadas ao final de um dado intervalo de tempo serão cotadas como zero assim como as respostas erradas, as apresentadas com sucesso serão cotadas com um ponto. Isto é válido para qualquer etapa do concurso.


Nota: O jogo será realizado em grupo mas sem qualquer consulta a recursos externos, exceptuando folhas brancas e canetas. Terá a presença de 3 júris que validarão as respostas.


3. Realização do concurso


Inscrições até ao dia 20 de Março junto dos teus professores de Física e Química - A, Matemática e Biologia e Geologia, na sala B1 ou no site do LCV (http:/lcv.psicotemaweb.com).


O concurso decorrerá no dia 26 Março: 10º Ano e 11º Ano de acordo com o calendário da Semana Cultural.


4. Disposições Finais


Todos os participantes na prova final terão direito a um prémio de participação.
Às equipas vencedoras de cada ano lectivo serão atribuídos prémios especiais.


Qualquer questão que surja durante o decurso do Science Quiz, não contemplada neste regulamento, será resolvida pela equipa da organização.

Equinócio da Primavera


Equinócio: início da Primavera


Este ano o Equinócio ocorre no dia 20 de Março às 11h44m. Este instante marca o início da Primavera no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se por 92,79 dias até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Junho às 06h46m.


“Vai-te ao longo da costa discorrendo, e outra terra acharás de mais verdade, lá quase junto donde o Sol ardendo iguala o dia e noite em quantidade.” Lus.,II,63.


Equinócio: instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, corta o equador celeste. A palavra de origem latina significa “noite igual ao dia”, pois nestas datas dia e noite têm igual duração.


Fonte: Observatório Astronómico de Lisboa

Semana Cultural 08/09



III Olimpíadas da Ciência


INSCREVE A TUA EQUIPA

Podem participar equipas de três elementos nos seguintes escalões:

Escalão A – 9º ano
Escalão B – 8º ano
Escalão C – 7º ano

Prova Eliminatória: 5 Março 2009
Prova Final: 26 Março 2009


Sobre o Laboratório Ciência ao Vivo

O Laboratório de Ciência ao Vivo da E.S.B.F. foi criado no ano lectivo 1999-2000 por um grupo de professores de Ciências Físico-Químicas, Matemática e Ciências Naturais. O L.C.V. começou por ser uma Sala de Estudo da Área das Ciências.

Com a apresentação de dois projectos ao “PROGRAMA CIÊNCIA VIVA” foi possível adquirir algum material de laboratório e informático e criar uma nova dinâmica. Assim, o L.C.V. tornou-se um Espaço aberto a toda a escola, funcionando diariamente, onde os alunos têm à sua disposição: actividades experimentais, jogos educativos, Internet e outras actividades que podem realizar em Grupos de Trabalho (Astronomia, Meteorologia..). A organização das actividades e o apoio aos alunos visitantes são assegurados por um grupo de professores e alunos colaboradores.


Objectivos específicos:
  • Fomentar a interdisciplinaridade entre as Ciências Naturais, as Ciências Físico Químicas e a Matemática;
  • Contribuir para uma atitude positiva face à ciência e à aprendizagem das ciências;
  • Criar condições que facilitem experiência e formação na área das tecnologias;
  • Desenvolver atitudes de autonomia e cooperação;
  • Utilizar as novas tecnologias como meio motivador e facilitador das aprendizagens;
  • Potenciar os recursos existentes nos laboratórios, bem como nos clubes existentes na escola;
  • Apoiar a realização das tarefas escolares.
  • Desenvolver nos alunos a capacidade de resolver problemas complexos encorajando-os a explorar, a fazer tentativas e a corrigir os seus próprios erros;


Estratégias:
  • Manter um conjunto de actividades expostas, nomeadamente jogos didácticos;
  • Apoiar alunos com dificuldades, na área das ciências, diagnosticadas pelos professores ou por eles próprios;
  • Dinamizar um espaço onde os alunos possam desenvolver a sua criatividade, utilizando os diferentes recursos à sua disposição;
  • Fornecer os meios necessários para a realização de aulas de carácter experimental, em diferentes disciplinas;
  • Realizar dias temáticos abertos à comunidade escolar;
  • Desenvolver actividades no âmbito de Grupos de trabalho em várias áreas;
  • Promover actividades para outros níveis de ensino (nomeadamente, as escolas do 1º e 2º ciclo da Pontinha);
  • Apoiar aulas práticas nas disciplinas envolvidas no projecto.

 
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