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terça-feira, 20 de outubro de 2015


Neutrino

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Este ano o Nobel da Física, atribuído hoje, foi para 2 investigadores (o canadiano Arthur B. McDonald e o japonês Takaaki Kajita) que foram responsáveis pela descoberta de massa no neutrino em 1998 e 1999.
Esta não é a 1ª vez que o Nobel da Física distingue trabalhos sobre este tipo de partículas. Já em 1988, os cientistas Jack Steinberger, Leon Max Lederman e Melvin Schwartz descobriram diferenças nos neutrinos, consoante as partículas a que se associam, e em 1995, quando o prémio foi atribuido a Frederick Reines pela detecção de antineutrinos em radiação nuclear.
Os neutrinos estão por todo o lado, sendo as segundas partículas mais abundantes depois dos fotões. Os neutrinos podem ter diversas origens: alguns foram criados no Big Bang, outros surgem de cada vez que uma estrela morre numa grande explosão, outros ainda provêm da interação das radiações cósmicas com a atmosfera terrestre, de reações nas centrais nucleares ou de desintegrações radioativas naturais, mas a maioria dos que chegam à Terra são criados nas reacções nucleares que decorrem no interior do Sol.
Os neutrinos são partículas neutras, ou seja, sem carga elétrica, extremamente pequenas e com massa tão insignificante que após sua descoberta acreditou-se que não possuíam massa. Devido a essas caraterísticas, os neutrinos dificilmente interagem com a matéria. Isso os torna muito difícil de detecta. A existência do neutrino foi prevista teoricamente em 1930 pelo físico austríaco Wolfgang Pauli mas só foram detectados em 1956 por Frederick Reines e Clyde L. Cowan Jr.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

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